Relatório de Gestão de Riscos
Unidade: Reitoria
Setor: Corregedoria- Geral do IFRJ ? COGER
Responsável: Simone Corrêa Souza - Matrícula SIAPE: 1578034
Participação: André Kepler de Alvarenga Ferreira - Matrícula SIAPE: 3344611
Referência: Manual Prático em Gestão de Riscos e Ilícitos Disciplinares da CGU; Plano de Integridade e Gestão de Riscos do IFRJ (Resolução CONSUP/IFRJ nº 154 de 21/12/2023.
Descrição do setor: A COGER é a unidade de correição integrante do Sistema de Corregedoria do Poder Executivo Federal - SISCOR, responsável pelas atividades correcionais relacionadas à prevenção, detecção e apuração de possíveis irregularidades disciplinares cometidas por agentes públicos e entes privados no âmbito do IFRJ, por meio da instauração, condução e supervisão de procedimentos correcionais. A COGER é subordinada administrativamente ao Reitor.
IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS
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Riscos Inerentes
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Avaliação do Risco
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ID
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Riscos
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Causas
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Consequências
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Probabilidade
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Impacto
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Nível
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Definição
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Risco 01
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Sobrecarga de trabalho
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Aumento de demanda, pessoal insuficiente
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Risco de prescrição, qualidade da análise dos processos comprometida
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3
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4
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12
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Alto
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Risco 02
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Dificuldade na disseminação da cultura de integridade e prevenção de ilícitos
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Ausência de projetos e programas educativos, pouca interlocução com a comunidade institucional
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Maior incidência de ilícitos disciplinares por desconhecimento das normas
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4
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5
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20
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Extremo
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Risco 03
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Dificuldades com a transparência de dados
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Ausência de pessoal e de tecnologia adequada para proteção de dados sensíveis
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Risco de descumprimento da LGPD
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2
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3
|
6
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Médio
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Risco 04
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Prescrição de prazos processuais
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Ausência de pessoal, falhas no monitoramento dos prazos, atrasos nos procedimentos processuais
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Extinção da punibilidade, descredibilidade da Corregedoria
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2
|
3
|
6
|
Médio
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Risco 05
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Comprometimento com a adesão às diretrizes da CGU e normativos internos
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Interlocução inadequada com a equipe para estudo das normativas vigentes
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Descumprimento do planejamento correcional
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1
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2
|
2
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Baixo
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Risco 06
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Interferências externas na condução dos processos
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Pressões institucionais/políticas sobre a Corregedoria.
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Comprometimento da credibilidade da Corregedoria
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1
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2
|
2
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Baixo
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Risco 07
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Inadequação no monitoramento dos Termos de Ajustamento de Conduta (TACs)
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Ineficiência nos controles internos para cumprimento dos TACs
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Reincidência de condutas irregulares.
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2
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3
|
6
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Médio
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Risco 08
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Baixa efetividade na condução dos processos administrativos disciplinares (PAD)
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Falta de capacitação das comissões processantes; ausência de normativos internos claros; demora na tramitação
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Risco de nulidade processual, prescrição de prazos e aumento da sensação de impunidade
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2
|
3
|
6
|
Médio
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MATRIZ DE RISCOS (MAPA DE CALOR)
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Nível de Riscos:
Extremo
Alto
Médio
Baixo
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Probabilidade
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1
Muito Baixa
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2
Baixa
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3
Média
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4
Alta
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5
Muito alta
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Impacto
|
5
Muito alto
|
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R2
|
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4
Alto
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|
R1
|
|
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|
3
Médio
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R3; R4; R7; R8
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|
2
Baixo
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R5; R6
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|
1
Muito baixo
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IDENTIFICAÇÃO A AVALIAÇÃO DOS CONTROLES EXISTENTES
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ID
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Riscos prioritários
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Avaliação do Risco Inerente
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Controles Existentes
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Eficácia do Controle
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Multiplicador do Risco Inerente
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Nível do Risco residual
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Probabilidade
|
Impacto
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Nível do Risco Inerente
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Risco 01
|
Sobrecarga de trabalho
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3
|
4
|
12
|
Interlocução com a autoridade máxima sobre a necessidade de obter recursos humanos
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Mediano
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4,8
|
Médio
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Risco 02
|
Dificuldade na disseminação da cultura de integridade e prevenção de ilícitos
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4
|
5
|
20
|
Atuação na Unidade de Gestão da Integridade
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Fraco
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14
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Extremo
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RESPOSTAS AOS RISCOS RESIDUAIS: Reunião multidisciplinar com setores da Saúde do Trabalhador e Comissão de Ética para desenvolver estratégias.
NOVAS OPÇÕES DE TRATAMENTO
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ID
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Riscos
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Nova opção de tratamento
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Relação custo-benefício
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Prazo e responsável (mês/ano) e setor
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Dificuldade na disseminação da cultura de integridade e prevenção de ilícitos
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Capacitação de gestores e visitas aos Campi, demandando ações de prevenção
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Médio-alto ? necessidade de diárias e passagens, promoção da mudança da cultura organizacional.
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Até dezembro de 2026 ? Corregedoria e setores da UGI.
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Quadro 1 ? Escala de probabilidade
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Descrição
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Frequência
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Peso
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Muito Baixa
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Evento extraordinário para os padrões conhecidos da gestão e operação do processo.
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1
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Baixa
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Evento casual, inesperado. Muito embora raro, há histórico de ocorrência conhecido por parte de gestores e operadores do processo.
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2
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Médio
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Evento esperado, de frequência reduzida, e com histórico de ocorrência parcialmente conhecido.
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3
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|
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Alta
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Evento usual, corriqueiro devido à sua ocorrência habitual. Seu histórico é amplamente conhecido pelos gestores e operadores do processo.
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4
|
|
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Muito Alta
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Evento se reproduz muitas vezes, se repete seguidamente, de maneira assídua, numerosa e não raro de modo acelerado. Interfere de modo claro no ritmo das atividades, sendo evidentes mesmo para os que conhecem pouco o processo.
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5
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Quadro 2 ? Escala de Impacto
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Descrição
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Impacto qualitativo nos objetivos
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Peso
|
|
|
Muito Baixa
|
Não afeta os objetivos
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1
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Baixa
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Torna duvidoso o seu atingimento
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2
|
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Médio
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Torna incerto
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3
|
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|
Alta
|
Torna improvável
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4
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Muito Alta
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Capaz de impedir alcance
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5
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Quadro 3 ? Avaliação dos controles
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Eficácia do controle
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Situação do controle existente
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Multiplicador do risco inerente
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Inexistente
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Ausência comete de controle
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1
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Fraco
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Em desenvolvimento; informar; sem disseminação; sem aplicação efetiva; quase sempre falha.
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0,7
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Mediano
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Formalizado, conhecido e adotado na prática; funciona na maior parte das vezes; pode ser aprimorado
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0,4
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Forte
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Mitiga/Evita o risco em todos os aspectos relevantes; sem falhas detectadas; pode ser enquadrado em um nível de ?Melhor Prática?
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0,1
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Quadro 4 ? Escala para classificação de níveis de Riscos
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Risco Baixo
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Risco Médio
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Risco Alto
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Risco Extremo
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0 ? 2,99
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3 ? 7,99
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8 ? 14,99
|
15 ? 25
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