MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO DE JANEIRO
CORREGEDORIA-GERAL


RELATÓRIO DE GESTÃO Nº 1 / 2026 - COGER (11.01.00.36)

Nº do Protocolo: 23270.000747/2026-21
Rio De Janeiro-RJ, 16 de Março de 2026.

Relatório de Gestão de Riscos



Unidade: Reitoria

Setor: Corregedoria- Geral do IFRJ ? COGER

Responsável: Simone Corrêa Souza - Matrícula SIAPE: 1578034

Participação: André Kepler de Alvarenga Ferreira - Matrícula SIAPE: 3344611

Referência: Manual Prático em Gestão de Riscos e Ilícitos Disciplinares da CGU; Plano de Integridade e Gestão de Riscos do IFRJ (Resolução CONSUP/IFRJ nº 154 de 21/12/2023.

Descrição do setor: A COGER é a unidade de correição integrante do Sistema de Corregedoria do Poder Executivo Federal - SISCOR, responsável pelas atividades correcionais relacionadas à prevenção, detecção e apuração de possíveis irregularidades disciplinares cometidas por agentes públicos e entes privados no âmbito do IFRJ, por meio da instauração, condução e supervisão de procedimentos correcionais.  A COGER é subordinada administrativamente ao Reitor.



IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS

Riscos Inerentes

Avaliação do Risco

ID

Riscos 

Causas

Consequências

Probabilidade 

Impacto

Nível

Definição

Risco 01

Sobrecarga de trabalho

Aumento de demanda, pessoal insuficiente

Risco de prescrição, qualidade da análise dos processos comprometida

3

4

12

Alto

Risco 02

Dificuldade na disseminação da cultura de integridade e prevenção de ilícitos

Ausência de projetos e programas educativos, pouca interlocução com a comunidade institucional

Maior incidência de ilícitos disciplinares por desconhecimento das normas

4

5

20

Extremo

Risco 03

Dificuldades com a transparência de dados

Ausência de pessoal e de tecnologia adequada para proteção de dados sensíveis

Risco de descumprimento da LGPD

2

3

6

Médio

Risco 04

Prescrição de prazos processuais

Ausência de pessoal, falhas no monitoramento dos prazos, atrasos nos procedimentos processuais

Extinção da punibilidade, descredibilidade da Corregedoria

2

3

6

Médio

Risco 05

Comprometimento com a adesão às diretrizes da CGU e normativos internos

Interlocução inadequada com a equipe para estudo das normativas vigentes

Descumprimento do planejamento correcional

1

2

2

Baixo

Risco 06

Interferências externas na condução dos processos

Pressões institucionais/políticas sobre a Corregedoria.

Comprometimento da credibilidade da Corregedoria

1

2

2

Baixo

Risco 07

Inadequação no monitoramento dos Termos de Ajustamento de Conduta (TACs)

Ineficiência nos controles internos para cumprimento dos TACs

Reincidência de condutas irregulares.

2

3

6

Médio

Risco 08

Baixa efetividade na condução dos processos administrativos disciplinares (PAD)

Falta de capacitação das comissões processantes; ausência de normativos internos claros; demora na tramitação

Risco de nulidade processual, prescrição de prazos e aumento da sensação de impunidade

2

3

6

Médio


MATRIZ DE RISCOS (MAPA DE CALOR)

Nível de Riscos:

Extremo 

Alto 

Médio

Baixo

Probabilidade

1

Muito Baixa

2

Baixa

3

Média

4

Alta

5

Muito alta




Impacto

5

Muito alto

     

R2

 

4

Alto

   

R1

   

3

Médio

 

R3; R4; R7; R8

     

2

Baixo

R5; R6

       

1

Muito baixo

         

IDENTIFICAÇÃO A AVALIAÇÃO DOS CONTROLES EXISTENTES

ID

Riscos prioritários

Avaliação do Risco Inerente

Controles Existentes

Eficácia do Controle

Multiplicador do Risco Inerente

Nível do Risco residual

Probabilidade

Impacto

Nível do Risco Inerente

Risco 01

Sobrecarga de trabalho

3

4

12

Interlocução com a autoridade máxima sobre a necessidade de obter recursos humanos

Mediano

4,8

Médio

Risco 02

Dificuldade na disseminação da cultura de integridade e prevenção de ilícitos

4

5

20

Atuação na Unidade de Gestão da Integridade

Fraco

14

Extremo


RESPOSTAS AOS RISCOS RESIDUAIS: Reunião multidisciplinar com setores da Saúde do Trabalhador e Comissão de Ética para desenvolver estratégias.

NOVAS OPÇÕES DE TRATAMENTO

ID

Riscos

Nova opção de tratamento

Relação custo-benefício

Prazo e responsável (mês/ano) e setor

 

Dificuldade na disseminação da cultura de integridade e prevenção de ilícitos

Capacitação de gestores e visitas aos Campi, demandando ações de prevenção

Médio-alto ? necessidade de diárias e passagens, promoção da mudança da cultura organizacional.

Até dezembro de 2026 ? Corregedoria e setores da UGI.



Quadro 1 ? Escala de probabilidade

Descrição

Frequência

Peso

 

Muito Baixa

Evento extraordinário para os padrões conhecidos da gestão e operação do processo.

1

 

Baixa

Evento casual, inesperado. Muito embora raro, há histórico de ocorrência conhecido por parte de gestores e operadores do processo.

2

 

Médio

Evento esperado, de frequência reduzida, e com histórico de ocorrência parcialmente conhecido.

3

 

Alta

Evento usual, corriqueiro devido à sua ocorrência habitual. Seu histórico é amplamente conhecido pelos gestores e operadores do processo.

4

 

Muito Alta

Evento se reproduz muitas vezes, se repete seguidamente, de maneira assídua, numerosa e não raro de modo acelerado. Interfere de modo claro no ritmo das atividades, sendo evidentes mesmo para os que conhecem pouco o processo.

5

 
       

Quadro 2 ? Escala de Impacto

Descrição

Impacto qualitativo nos objetivos

Peso

 

Muito Baixa

Não afeta os objetivos

1

 

Baixa

Torna duvidoso o seu atingimento

2

 

Médio

Torna incerto

3

 

Alta

Torna improvável

4

 

Muito Alta

Capaz de impedir alcance

5

 
       

Quadro 3 ? Avaliação dos controles

Eficácia do controle

Situação do controle existente

Multiplicador do risco inerente

 

Inexistente

Ausência comete de controle

1

 

Fraco

Em desenvolvimento; informar; sem disseminação; sem aplicação efetiva; quase sempre falha.

0,7

 

Mediano

Formalizado, conhecido e adotado na prática; funciona na maior parte das vezes; pode ser aprimorado

0,4

 

Forte

Mitiga/Evita o risco em todos os aspectos relevantes; sem falhas detectadas; pode ser enquadrado em um nível de ?Melhor Prática?

0,1

 
       

Quadro 4 ? Escala para classificação de níveis de Riscos

Risco Baixo

Risco Médio

Risco Alto

Risco Extremo

0 ? 2,99

3 ? 7,99

8 ? 14,99 

15 ? 25 




(Assinado digitalmente em 16/03/2026 14:53 )
ANDRE KEPLER DE ALVARENGA FERREIRA
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
COGER (11.01.00.36)
Matrícula: ###446#1
(Assinado digitalmente em 16/03/2026 14:38 )
SIMONE CORREA SOUZA
CORREGEDOR - TITULAR
COGER (11.01.00.36)
Matrícula: ###780#4

Visualize o documento original em https://sipac.ifrj.edu.br/public/documentos/index.jsp informando seu número: 1, ano: 2026, tipo: RELATÓRIO DE GESTÃO, data de emissão: 16/03/2026 e o código de verificação: f9c63e332b